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Posts Tagged ‘deportes’

Impecable

Posted by Ricardo en 7 junio 2008 11:22

No hay otra definición para la actuación de la selección venezolana de fútbol, la vinotinto, anoche en Foxborough, MA, delante del pentacampeón mundial.

Debo haber sido el único brasileño que celebró los goles venecos. No perdí oportunidad tampoco de enviar sms a mis colegas de trabajo para echarles el resultado en la cara. No es todos los días que esto sucede. Hay que aprovechar. Si jugamos 20 veces más, probablemente perderemos 19 y empataremos uno.

La prensa brasileña, por supuesto, no está nada contenta. O Globo, de Rio de Janeiro, habla de una de las peores actuaciones de los últimos años. Lance habla de actuación vergonzosa. Gazeta Esportiva dice que fue una humillación histórica. En los demás diarios, el tono es el mismo.

La vinotinto, igual a las eliminatorias pasadas, ahora ha subido las expectativas. La victoria histórica de anoche, por 2×0, obliga a los jugadores a empeñarse aún más.

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Venezuela niega visas y se suspende Mundial de Béisbol

Posted by Ricardo en 15 agosto 2007 20:32

Gracias a la mezcla de deporte con política del chavismo, que se negó a concederle visas a la delegación de Taiwán, la Federación Internacional de Béisbol decidió suspender el Mundial que se jugaría a partir del sábado en San Cristóbal y Barquisimeto.

Buena esa, chávez.

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Venezuela boicotea participación de Taiwan en mundial de béisbol

Posted by Ricardo en 8 agosto 2007 13:54

Los jugadores de béisbol taiwaneses están aún sin visados venezolanos para participar en el Campeonato Mundial Juvenil de esta modalidad, que se iniciará el 14 de agosto en el país lo que ha desencadenado hoy fuertes protestas del Gobierno isleño.

Los jugadores taiwaneses iniciaron las gestiones para obtener los visados hace cuatro meses, pero aún no han recibido respuesta alguna, dijo el ministro de Información de Taiwán, Shieh Jhy-wey, que responsabiliza del retraso a las presiones chinas, informó Efe.

El Ministerio de Relaciones Exteriores de Taiwán protestó ante el gobierno venezolano y la Federación Internacional de Béisbol por boicot “en tiempo real” a la participación taiwanesa en el mundial.

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Cubanos salen corriendo de Rio

Posted by Ricardo en 30 julio 2007 13:49

No, no es el resultado de otra ola de violencia carioca. Es el miedo a que se escapen los demás:

RIO DE JANEIRO.- Los deportistas cubanos protagonizaron una salida precipitada de los Juegos Panamericanos de Río de Janeiro, en Brasil, en medio de aparentes temores de una deserción masiva.

La delegación isleña fue trasladada a la carrera al aeropuerto de esa ciudad sin siquiera dar tiempo a que los integrantes de la selección de voleibol masculino se presentara a recibir sus medallas de bronce.
Se estima que los atletas fueron conminados a abandonar los juegos antes de la ceremonia de clausura de este domingo luego de la deserción de cuatro deportistas.

Los Juegos Panamericanos, que tienen lugar cada cuatro años, constituyen uno de los más importantes eventos deportivos regionales, y Cuba ha figurado, una vez más, entre los más importantes contendientes.
En la tabla de medallistas, Cuba figura en segunda posición luego de los Estados Unidos.
Entre los últimos triunfos cubanos estuvo el logro de la medalla de bronce de voleibol al derrotar 3-2 a Venezuela en la tarde del sábado.

Sin embargo, los atletas estuvieron ausentes en la entrega de las preseas, y se les vio partiendo apresuradamente del aeropuerto internacional de Río de Janeiro después de que supuestamente se les ordenara regresar a su país de forma intempestiva.

El porqué no está claro, pero el hecho ocurre luego de que la delegación sufriera las deserciones del defensor de la selección de balonmano Rafael D’Acosta Capote, el entrenador de gimnasia artística Lázaro Lamelas y los boxeadores Guillermo Rigondeaux y Erislandy Lara.
Tal fue la prisa con que los deportistas abandonaron Brasil que se estima que algunos de ellos tuvieron dificultades en encontrar sus equipajes.

El barbudo asesino dice que lo que sucedió fue un robo de talentos. Nada sobre el robo de la libertad que los atletas sufren cada dia. En Veja de esta semana, un artículo sobre la deserción de los atletas:

A vitória da liberdade

No Pan-Americano, mais uma vez
Cuba deu um show em deserções


Ronaldo França

Al Bello/Getty Images
Rigondeaux: fuga antes da medalha e um futuro milionário na Alemanha, onde a academia já o anuncia como grande sensação

O desempenho da equipe cubana presente aos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro ficou acima do esperado na modalidade “deserção”. Nos Jogos de Winnipeg, em 1999, treze atletas escaparam, mas nenhum deles tinha a importância do boxeador Guillermo Rigondeaux Ortiz, bicampeão olímpico e mundial. Estrela internacional, ele era, até cair fora, motivo de orgulho do regime ditatorial de Fidel Castro. Rigo, como é chamado em seu país, foi um dos quatro cubanos que fugiram no Rio, logo nos primeiros dias dos Jogos. Os outros três foram o também boxeador Erislandy Lara, campeão mundial dos meios-médios, o jogador de handebol Rafael Capote e o técnico de ginástica artística Lázaro Lamelas. Aos 26 anos, invicto há 104 lutas, Rigondeaux era o que se pode considerar uma celebridade em Havana. Como todos os atletas de alto nível, desfrutava “regalias” em meio à penúria em que todos os cubanos são forçados a viver. Tinha direito a um carro e uma cota de gasolina acima dos 25 litros mensais (quantidade insuficiente, note-se, para viajar entre Rio e São Paulo até no mais econômico dos automóveis). Além disso, dispunha de telefone, um emprego na burocracia estatal e uma cesta de alimentos que incluía leite, carnes e frutas. Para os padrões cubanos, Rigondeaux levava um vidão.

Ao pular fora da equipe, ao fim da primeira semana dos Jogos, ele sumiu de vista. A primeira notícia de seu paradeiro surgiu na quinta-feira, quando a academia Arena Box Promotion, de Hamburgo, na Alemanha, estampou sua foto no site, para anunciar que ele e seu colega de fuga são seus mais novos atletas. “Teremos muito orgulho em recebê-los. Rigondeaux vai disputar pelo menos doze lutas por nossa academia e ganhará, em cada uma delas, muitos milhões de dólares”, afirma o dono da academia Arena, o ex-boxeador alemão Ahmet Öner, em férias em Palma de Maiorca, na Espanha. Öner admitiu a VEJA que financiou toda a operação de fuga dos atletas cubanos, o que incluiu a contratação de advogados – entre eles, claro, um cubano residente em Miami, chamado Tony Gonzalez. Öner afirma que pagou 800 000 dólares a Rigondeaux e aos encarregados da operação, valor que não inclui as despesas com aluguel de avião e todo o aparato necessário para ludibriar as autoridades cubanas e brasileiras.

Juventud Rebelde/AP
Reprodução TV
Capote: hasta la vista, Fidel

Já abalados por um desempenho abaixo do esperado no quadro de medalhas, os dirigentes ficaram ainda mais estressados com as deserções. Fidel Castro espumou de raiva. O ditador emitiu uma nota oficial em que chamou os fujões de “traidores”. Öner já havia levado outras três estrelas do boxe cubano, no fim do ano passado, durante um torneio na Venezuela. Entre eles, o peso pesado Odlanier Solís, considerado o sucessor dos lendários boxeadores Teófilo Stevenson e Félix Savón. Desde o fim da União Soviética, em 1991, quando o governo cubano perdeu a principal fonte de financiamento, as deserções de atletas se intensificaram. Pelo menos oitenta deles escaparam, a maioria durante competições internacionais. A fim de evitar as fugas, os agentes de segurança cubanos mantêm uma vigilância cerrada sobre os atletas. Na Vila Olímpica montada no Rio de Janeiro, a liberdade dos atletas cubanos era apenas aparente. Para conseguir escapar, o jogador de handebol Rafael Capote teve de margear os limites da vila até encontrar uma brecha de meio metro entre dois muros. Ele fugiu correndo por mais de uma hora, para depois tomar um táxi para São Paulo.

Entre uma fuga e outra, a delegação cubana no Pan-Americano liberou o seu espírito capitalista. É comum entre atletas que participam de eventos internacionais a troca de uniformes e a venda de um e outro produto, para reforçar o orçamento apertado de estudante. Mas os cubanos se destacaram pela avidez com que se entregaram a esse comércio. Sua principal mercadoria eram os charutos. Eles preferiam receber o pagamento em dinheiro, mas aceitavam alegremente o escambo quando se tratava de equipamentos eletrônicos. No Rio, o que esteve em alta foram os aparelhos de DVD portáteis. Outro objeto do desejo cubano eram os perfumes, de qualquer marca. E aí valia frasco aberto, mesmo que usado e quase no final. O produto é raro e caro na ilha, onde não se encontra nada que não seja o básico. Os cubanos também aproveitaram para tirar a barriga da miséria. “Em vez de tranqüilidade, os dirigentes cubanos priorizaram a proximidade do restaurante na hora de escolher os apartamentos em que iriam ficar na vila. Os atletas entravam e saíam o tempo todo do restaurante”, disse a VEJA um veterano de competições olímpicas envolvido na organização.

A penúria cubana é velha conhecida, mas há episódios que chegam às raias do absurdo. Graças a suas vitórias olímpicas, o corredor Alberto Juantorena ganhou um carro de presente de Fidel Castro. Oito anos depois, contudo, ele não conseguia trocar os pneus do automóvel. Eram artigos inexistentes na ilha. Durante uma turnê internacional, Juantorena aproveitou para comprar o jogo de que precisava no Japão. Ele contrabandeou os pneus para casa nas próprias malas e na bagagem de amigos. Com histórias assim, de fugas e aviltamento dos direitos individuais, a ditadura cubana segue derrapando, cada vez mais desgastada e careca.

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Abasto Panamericano

Posted by Ricardo en 25 julio 2007 16:40

Parece que ni siquiera los atletas de punta tienen acceso a los más básicos artículos en la isla-prisión, cuyo sistema político-social es elogiado por el dictador venezolano:

Sábanas, toallas, almohadas, bombillos y lámparas de mesa fueron masivamente saqueados de las habitaciones que los atletas cubanos ocuparon en la Villa Olímpica de Río de Janeiro. Los faltantes comenzaron a percibirse por el personal de limpieza y mantenimiento en las últimas horas, cuando los primeros contingentes de cubanos salieron de la Villa de vuelta a su país. Otros reportes hablaron de daños en las habitaciones, especialmente en los muebles, pero el Comité Organizador prefirió no dar detalles al respecto. Lo cierto es que los cubanos fueron los reyes de la polémica en estos juegos, además de los hurtos: hubo tánganas, mucha animación y sexo en las horas libres (según comentarios de otros atletas a la prensa local) y deserciones que hicieron comentar a la judoca brasileña Danielle Zangrando que “los atletas cubanos son muy buenos; todos podrían desertar y quedarse a vivir en Brasil. Aquí les conseguimos un lugar para que se queden”, prometió entre risas.

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Lula, chávez y los abucheos

Posted by Ricardo en 14 julio 2007 14:14

Lula y Brasil tienen sus defectos, y no son pocos. Sin embargo, algo que sí han demostrado los medios brasileños es cómo portarse delante de un abucheo al gobierno de turno. En Venezuela el hecho se disfrazó. En Brasil, se reportó.

En la Copa América supimos acerca de los abucheos al chavismo gracias a videos de celulares colocados en YouTube. No tengo noticia de que los telediarios venezolanos le hayan dado el destaque debido a esto, una verdadera expresión popular. Los reportes que leí fueron de medios extranjeros y alternativos, como NoticieroDigital.com.

Anoche fueron inaugurados los XV Juegos Panamericanos, en Rio de Janeiro. Cuando Lula tomó el micrófono para declarar abiertos los juegos, se escuchó un largo y fuerte abucheo al presidente:

Sin importar que el periodista de la Globo haya dicho que Lula aceptó el abucheo “democráticamente”, el punto es que el abucheo en sí fue reportado con naturalidad. Aquí ningún medio dejó de reportar nada por miedo a una Ley Mordaza o a ofender la “majestad” del presidente, como ocurre en Venezuela. Sin embargo, siempre hay un jala mecate de turno dispuesto -como buen socialista- a querer cambiar los hechos por sus opiniones diciendo que el abucheo fue planificado. No es casualidad que en la tierra de gracia -y siguiendo la misma línea ideológica- el dueño del circo insista en que lo que sucedió en los estadios venezolanos fue un “saboteo imperialista“.

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Protestas del público en la Copa América

Posted by Ricardo en 4 julio 2007 11:59

El dictador venezolano pensó que traer al ilustre pensador Diego Armando Maradona -como lo llama Carlos Alberto Montaner- lo iba a salvar de las protestas del público:

Messi fue testigo de cómo el pueblo venezolano pedía libertad en el estadio de Maracaibo

Iban casi 85 minutos de juego. De repente, como si se tratase de un grito contenido, reprimido y esperado, el estadio Pachencho Romero de Maracaibo alzó la voz y rugió: “Y va a caer, y va a caer, este gobierno va a caer”, se escuchó tronar desde los cuatro rincones en un claro mensaje de protesta hacia la presidencia de Hugo Chávez.

Y mientras Messi, Riquelme y compañía seguían concentrados en el duelo contra los colombianos, la gran mayoría de los 35.000 espectadores subió el tono mientras los organizadores lanzaban fuegos de artificio, hacían sonar aplausos por los altavoces y pedían desesperados por pantalla gigante “la ola”, haced “la ola”. Ni caso. Nada pudo tapar los gritos de protesta. “¡Libertad!, ¡libertad!”, sentenció la masa. El clima se puso más tenso cuando aparecieron los soldados para rodear el campo de juego y fueron recibidos por un “buuuhhh” de los aficionados.

Fuera del campo de juego, los jugadores siguieron su rutina habitual, aunque muchos se fueron a descansar con la certeza de que la gente había encontrado en un balón un método genuino para desahogarse y gritarle al mundo su verdad. Como sucedió en el Camp Nou cuando estaba prohibido hablar en catalán, un estadio se convirtió por 90 minutos en el templo de la libertad. Y Messi estuvo allí para contarlo.

Las protestas contra el Gobierno de Chávez se han repetido en distintos estadios dede el inicio de la Copa América. A pesar de que el Comandante ha intentado frenar las voces críticas llevando de la mano figuras como Diego Armando Maradona, el pueblo venezolano sigue reclamando libertad de expresión y en las gradas de los campos de fútbol pueden dar rienda suelta a sus emociones y sentimientos.

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