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Posts Tagged ‘cne’

La incompetencia de la presidenta del CNE…

Posted by Ricardo en 25 febrero 2008 13:36

….y la tolerancia de los venezolanos.

Francisco, en Caracas Chronicles, ha escrito un buen post sobre la incompetencia y falta de vergüenza de la presidenta del CNE.

Quiero apenas poner mis dos centavos recordando cómo fue la publicación de los resultados de las elecciones brasileñas de 2006, en las cuales se escogieron presidente, gobernadores, diputados, senadores y concejales. Sólo para presidente se contaron más de 95 millones de votos. Los resultados, faltando un pequeño porcentaje por contar pero ya irreversibles, fueron divulgados unas tres horas después del cierre de las mesas. El 100% del conteo lo tuvimos 17 horas después de eso.

El CNE, con el sistema electoral “más completo” del mundo, lleva casi tres meses contando 10 millones de votos. Lo peor del caso no es la incompetencia o sinvergüenzura, porque sinvergüenzas hay en todos lados, sino que los venezolanos hemos aceptado esto como si de algo normal se tratara. Como dicen, por eso estamos como estamos.

Más patético aún es pensar: en caso de que los votantes quisieran hacer valer sus derechos, a quién carrizo acuden para obligar al CNE a publicar los resultados?

Se gana una boína roja el que responda.

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Estadão: Chávez tardó 7 horas para reconocer derrota

Posted by Ricardo en 4 diciembre 2007 10:34

O CNE já sabia desde as 18 horas de domingo que o ‘não’ tinha vencido

Lourival Sant’Anna

CaracasDesde as 18 horas de domingo, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) sabia que a oposição havia vencido o referendo sobre a reforma constitucional. Controlado por chavistas, o órgão, que havia prometido divulgar o primeiro boletim por volta de 19 horas, deixou o país em suspense até a 1h15 (3h15 em Brasília) da madrugada de ontem, quando finalmente anunciou a vitória do “não”. Imediatamente depois, em cadeia nacional de televisão, o presidente Hugo Chávez reconheceu a primeira derrota desde a sua primeira eleição, em 1998.

“Tentaram atrasar a divulgação, na esperança de que os números mudassem”, disse ao Estado o observador internacional português José Albino Silva Peneda, deputado do Parlamento Europeu. “Há quem diga que estavam convencendo Chávez a aceitar a derrota”, continuou Peneda, que chefiou a missão de observadores internacionais na tumultuada eleição parlamentar de 2005. “Mas a pressão para divulgar o resultado estava muito forte. Os partidos de oposição tinham os números.”

A demora do CNE em divulgar o boletim causou enorme tensão. Nas portas do CNE, dirigentes oposicionistas exigiam uma satisfação. “Bravo povo da Venezuela, não durma”, exortou Antonio Ledezma, do Comando Nacional de Resistência, que liderou a campanha contra a reforma. “A madrugada é perigosa.”

O gráfico da contagem, obtido pelo Estado, mostra que em nenhum momento o “sim” ficou acima do “não”, ao contrário das pesquisas de boca-de-urna realizadas pelos três principais institutos do país, que previam a aprovação da reforma por uma margem de 6 a 8 pontos porcentuais. E ao contrário, também, do que deu a entender o vice-presidente Jorge Rodríguez, que comandou a campanha em favor da reforma e afirmou, no fim da noite, que “a disputa estava apertada”, sugerindo que o “sim” e o “não” oscilavam de posição na contagem. Não oscilavam.

No início da contagem, o “não” vencia por margem expressiva, de mais de 8 pontos porcentuais. No horário em que o CNE tinha se comprometido a divulgar o primeiro boletim, essa margem tinha caído para 4 pontos, mas seguia consistente (ver gráfico).

Ao reconhecer a derrota, Chávez deixou claro que tinha acompanhado passo a passo a contagem do CNE, dirigido por cinco “reitores”, dos quais quatro são vinculados ao governo.

“A situação veio se complicando, por distintas razões, durante a tarde, com diferenças microscópicas, mas sempre com o ‘não’ por cima”, reconheceu o presidente, num pronunciamento excepcionalmente sóbrio, no Palácio Miraflores, à 1h30 (3h30 em Brasília) de ontem. “O dilema em que me debatia, se não era irreversível, vamos submeter o país, a Venezuela não merece uma tensão como essa”, balbuciou Chávez sem fazer sentido, aparentemente ainda um pouco perturbado.

Recuperando o seu estilo ferino, o presidente encontrou ânimo para esnobar: “Essa vitória ‘pírrica’ (de alto preço) eu não teria querido.” E para fazer uma recomendação à oposição: “Saibam administrar essa vitória.”

Na platéia encontravam-se seus principais ministros e assessores, vários deles com os olhos vermelhos. Também estavam a senadora colombiana Piedad Córdoba, devidamente vestida de vermelho, a cor oficial dos chavistas, e a mãe e a irmã da ex-candidata a presidente da Colômbia Ingrid Betancourt, refém do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). “Sigo às ordens”, disse ele às três mulheres, referindo-se a seu papel de mediador, do qual foi excluído pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe.

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A comerse las uñas

Posted by Ricardo en 3 diciembre 2007 03:54

En Globovisión anuncian que Tibisay Lucena, presidente del CNE, en unos minutos ofrecerá declaraciones antes del primer boletín.

A qué carajo juega esta gente?

Vea Globovisión aquí.

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