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Archive for the ‘chavismo’ Category

Veja: Nuestro socio es un desastre

Posted by Ricardo en 31 octubre 2009 06:43

Nosso sócio é um desastre

Fomos ver de perto como funciona a economia do novo membro
do Mercosul. O cenário é chocante. A cubanização da Venezuela
já destruiu a produção de bens e alimentos


Duda Teixeira, de Ciudad Guayana

Eduardo di Baia/AP
CORONEL FALASTRÃO
Graças a Chávez, a Venezuela está se tornando uma nova Cuba: produção em queda, presos políticos e, agora, apagões diários
VEJA TAMBÉM
Quadro: estatismo selvagem
Vídeo: milícias em fazendas

O Brasil acaba de aceitar um sócio de alto risco. Na quinta-feira da semana passada, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou a adesão da Venezuela ao Mercosul. O assunto seguirá agora para votação no plenário, onde a maioria governista deve referendar a decisão. Como Uruguai e Argentina já deram sinal verde, só falta o aval do Senado do Paraguai. Não se tem ideia de como o coronel Hugo Chávez fará para cumprir as cláusulas democráticas do Mercosul. Seu governo é autoritário, persegue opositores, jornalistas e pretende prolongar-se indefinidamente. Como sócio, Chávez terá poder de veto nos acordos comerciais entre os países do Mercosul e o restante do mundo – e não é difícil imaginar o estrago que sua preferência pelas piores parcerias (Coreia do Norte, Irã e Cuba) pode causar. Felizmente, Chávez não é a Venezuela, e um dia o país voltará à democracia e ao progresso.

Até que isso ocorra, Chávez será outra perturbação numa instituição estagnada. Não há acordo entre os membros do Mercosul sobre os próximos passos, as políticas comuns nunca saíram do papel e cada governo se queixa do protecionismo do vizinho. Na campanha presidencial no Uruguai, falou-se abertamente em deixar o bloco e assinar livremente acordos com os Estados Unidos e a União Europeia. Na semana passada, o Brasil adotou represálias comerciais contra a Argentina, que há anos impõe restrições à entrada de produtos brasileiros. A Venezuela é um bom parceiro comercial do Brasil. Nos últimos dez anos, a exportação de produtos brasileiros para aquele país multiplicou-se quase dez vezes. O superávit a favor do Brasil beira os 5 bilhões de dólares. Nada a ver com o Mercosul. Muitos dos negócios foram facilitados pura e simplesmente pela destruição da capacidade produtiva doméstica em razão do malfadado socialismo do século XXI de Chávez.

Em cinco anos, desde que o coronel se declarou comunista, mais de cinquenta companhias de grande porte e 2,5 milhões de hectares de terra foram estatizados. Mais de 250 000 cooperativas foram criadas para substituir as empresas “burguesas”. O resultado é desastroso. A produção das companhias nas mãos do estado caiu 40%, enquanto o número de funcionários duplicou. De todas as terras ocupadas, apenas 2% continuam a produzir. Das cooperativas criadas, 96% já foram desfeitas. Não se pode acusar Chávez de ter mentido sobre suas intenções. “Produtividade e rentabilidade são conceitos do malvado capitalismo e do neoliberalismo”, disse o coronel, com sinceridade.

VEJA foi ver de perto o processo de cubanização em curso no país que aceitamos como sócio. Durante sete dias, uma equipe de jornalistas visitou indústrias e fazendas cubanizadas em oito cidades. Um caso exemplar é a Alcasa, fábrica de alumínio em Cidade Guayana, polo industrial a 530 quilômetros de Caracas. Em 2005, o controle da estatal foi entregue aos trabalhadores em regime de cogestão. A primeira providência deles foi realizar uma eleição para a escolha dos cargos de direção. A título de preparação para os novos cargos, os eleitos receberam cursos sobre o “Pensamento econômico de Che Guevara” e de guerrilha, pomposamente rebatizada de “guerra assimétrica contra o imperialismo”. Na visão do então presidente da companhia, o professor de educação física Carlos Lanz, a prioridade nunca foi produzir, e sim “criar pequenas unidades que possam empregar armamentos básicos: fuzis e lança-foguetes, ou em seu lugar explosivos de maior escala”.

Fernando Cavalcanti
INEFICIÊNCIA
Trabalhadores que assumiram a direção da Alcasa: produção pela metade, mas com o dobro do pessoal

Uma unidade de milicianos foi montada dentro da empresa, comandada pelo chefe de RH. O número de empregados dobrou, enquanto a produção desabava. Na semana passada, das 684 células de produção de alumínio, 316 estavam paradas por falta de manutenção. “Estamos no meio de um processo, aprendendo como as coisas funcionam”, explicou a VEJA Alcides Rivero, um dos coordenadores do Controle Obreiro, a organização de empregados. O descaso com os direitos trabalhistas é um ponto em comum nas empresas socialistas. A falta de equipamento de segurança tornou-se crônica. Na PDVSA, a estatal petroleira, funcionários que deixam o turno precisam entregar as botas de borracha aos que entram. Os coletes salva-vidas dos que trabalham no mar estão em trapos. Muitas vezes, os próprios empregados compram capacetes e equipamentos de proteção. “Os equipamentos de segurança na estatal nunca foram bons. Agora, estão ainda piores”, disse a VEJA José Bodas, dirigente sindical da PDVSA.

Os salários estão congelados, apesar de a inflação anual ultrapassar os 30%. Quem ousa reclamar ou promover greve é punido. Rubén González, sindicalista faz quinze anos na Ferrominera Orinoco, em Cidade Piar, está há um mês em prisão domiciliar. Chavista no passado, González organizou uma greve em agosto pedindo o pagamento retroativo de um aumento salarial. Depois da paralisação, foi preso por seis dias sob acusação de incitar a delinquência. Solto, foi condenado à prisão domiciliar. “Meu crime foi defender os trabalhadores”, disse González a VEJA. Aos 50 anos, ainda é membro do PSUV, o partido de Chávez. “Isso não é socialismo, porque não há igualdade. Nós, trabalhadores, somos discriminados”, diz. Até o momento, o governo chavista já processou 64 dirigentes sindicais. Nas palavras do jornalista Damián Prat, que escreve no Correo del Caroní, Chávez entrará para a história por ter criado o “estatismo selvagem”.

A devastação chavista é ainda mais virulenta no campo. As invasões de terra estão a cargo das Forças Armadas. Há sete meses, Orlando José Polanco teve sua fazenda de 2.200 hectares no município de Simón Planas tomada por 1.000 soldados. Logo depois chegaram quinze tratores para começar a arar a terra. Com o movimento das máquinas ao fundo, Hugo Chávez gravou no local o Alô Presidente, seu programa dominical na televisão. Uma semana depois, todos os tratores estavam quebrados. “Há muitas pedras no solo aqui. É impossível arar ou plantar feijão”, diz Polanco. “Eles não sabem o que fazem.” A casa do vigia, dentro da propriedade, transformou-se em um posto da polícia militar. A 10 metros de distância ainda se vê um ninho de metralhadoras, deixado pelo Exército.

Nem os pequenos proprietários estão a salvo. No mês passado, um helicóptero Superpuma da Aeronáutica, com capacidade para vinte pessoas, pousou na fazenda San José, de 71 hectares, em Barquisimeto, levando a bordo o presidente do Instituto Nacional de Terras e o ministro da Agricultura. Bandeiras foram hasteadas, houve discursos e, uma semana depois, chegaram 250 integrantes da milícia campesina. Eles vestem camisa vermelha, pintam o rosto com tinta de camuflagem e cantam hinos revolucionários. “Aconteceu tanta coisa em apenas um mês que acho que não tenho mais medo de nada. Estou pronto para o pior”, disse a VEJA Oscar Martinez, que plantava milho e criava gado para corte na San José. Martinez e outros agricultores lembram com saudade de quando a Venezuela exportava café, milho, arroz e laranja. Antes de Chávez, o país produzia 90% do açúcar e 76% da carne que consumia. Hoje, a produção doméstica só dá conta de 30% e 45%, respectivamente.

Os apagões quase diários e sem aviso prévio, que duram entre duas e cinco horas, são outro exemplo da ineficiência socialista. Apenas a cubanização explica como um país instalado sobre a quinta maior reserva de petróleo do planeta padece de escassez de eletricidade. A incapacidade administrativa do chavismo pode ser medida em números. Por falta de manutenção, só está em operação metade das vinte turbinas de Guri, a principal hidrelétrica do país. A maior termelétrica, Planta Centro, opera com reles 6,5% da capacidade instalada. Na Electricidad de Caracas (EDC), a produção já é 5% menor que a de dois anos atrás, quando foi estatizada. A Edelca, estatal de geração de energia hidrelétrica, era considerada um exemplo de eficiência. No ano passado, pela primeira vez, não registrou lucro. Seus fornecedores não recebem há quatro meses. Nos últimos quatro anos, o número de funcionários subiu de 3.500 para 5.600.

Fernando Cavalcanti
PALAVRAS DE ORDEM
Entrada da Invepal, estatal de papel, em Morón: ideologia
e prejuízos

A única consequência positiva da devastação do sistema produtivo é a queda da popularidade de Chávez. Com os alimentos escassos, salários congelados, falta de água e luz, os venezuelanos começaram a entender o significado real do que diz o presidente falastrão. Segundo as pesquisas, apenas 17% votariam por Chávez se as eleições fossem hoje. Há um mês, eram 31%. A desastrosa transição para o socialismo só não levou o país ao colapso total porque o presidente conta com o dinheiro da venda do petróleo. Estima-se que Chávez tenha gasto 900 bilhões de dólares em dez anos, metade dos quais proveniente da exportação petrolífera. Em termos de desabastecimento, a vida no país assemelha-se bastante à de Cuba: há escassez de papel higiênico, sabonetes, farinha e leite. Nos supermercados estatais, a lista com os produtos disponíveis é fixada na porta a cada manhã. Quase todos os alimentos são importados. A diferença entre Venezuela e Cuba é que o primeiro país tem quase o triplo da população do segundo e guarda petróleo em seu subsolo. Com gente e dinheiro, a Venezuela é um mercado muito mais atraente para o Brasil que a ilha caribenha. Já Chávez é tão ruim para seu povo quanto os caquéticos irmãos Castro.

Fotos Fernando Cavalcanti
REPRESSÃO AOS SINDICATOS
Rubén González, sindicalista em Cidade Piar, organizou uma greve em agosto na Ferrominera Orinoco. Passou seis dias na cadeia e agora está em prisão domiciliar sob acusação de incitar a delinquência e fechar vias públicas. Um carro da polícia passa periodicamente em frente a sua casa. Se colocar os pés na rua, vai para o xadrez. “Meu crime foi defender os trabalhadores”, diz
NO ESCURO
Yaritagua, a 250 quilômetros de Caracas, sofre com dois apagões diários desde junho. Sem poder usar o ar-condicionado ou ver televisão, a família de Rafael Adan, 32 anos, passa parte das noites na calçada, conversando e olhando o fluxo de carros. Ele trabalha em uma funerária, ao lado de sua casa. “Muitas vezes não posso atender clientes porque não há luz”, diz
INVASÃO MILITAR
Em sua fazenda de 71 hectares na cidade de Barquisimeto, Oscar Martinez plantava milho e criava gado de corte. No fim de setembro, sua terra foi tomada pelo Exército. Atualmente, sua propriedade serve de base para integrantes de uma unidade da milícia campesina. Ali, eles recebem instrução militar e cantam hinos contra a “oligarquia”. “Estou pronto para o pior”, diz o proprietário rural

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Newspeak: No hubo agresión a medios en Valencia

Posted by Ricardo en 10 julio 2009 09:23

En el ex-país otrora conocido como Venezuela, chavistas pueden hacer algo y negarlo después, a pesar de que todas las evidencias apunten a que en realidad hicieron lo que niegan haber hecho:

El alcalde cree que denuncia en Fiscalía no prosperará

Parra considera que no se demostrará agresión a medios
Foto: Mauricio Rivero.

Valencia, julio 9 (Daisy Linares).- El alcalde de Valencia, Edgardo Parra, acusó a Angel Perozo, secretario general del Colegio Nacional de Periodistas seccional Carabobo, CNP, de defender la línea editorial del diario El Carabobeño, y aseguró que la investigación solicitada por el CNP a la Fiscalía Superior de Carabobo, por agresiones a los medios de comunicación, no prosperará, ya que no tiene asidero legal. “La denuncia está condenada al fracaso, porque Perozo no podrá demostrar que en la marcha a El Carabobeño hubo agresión o se limitó el ejercicio del periodismo”.

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Laureano Márquez: Ley Orgánica del Embudo

Posted by Ricardo en 3 julio 2009 14:47

Exposición de motivos: Porque nos da la perra gana y nos sale del forro promulgamos esta:

LEY O RGÁNICA DEL EMBUDO

Artículo 1:
Es condenable, reprobable e inadmisible todo golpe militar que de manera alevosa y amparado en la nocturnidad saque a soldados de sus cuarteles y que sin notificarles hacia dónde se dirigen los coloque en la vergonzosa situación de disparar en contra de un palacio presidencial en el que se encuentre un Presidente electo por votación universal, directa y secreta.

Es igualmente repudiable toda acción dirigida en contra de la familia del Presidente.

Parágrafo único: Queda exceptuado del artículo anterior todo Presidente que responda al nombre de Carlos Andrés Pérez y haya sido electo en las filas de cualquier partido que se denomine AD para cualquier período comprendido entre 1989 y 1993, y también toda primera dama que se llame Blanca Rodríguez y sea a la vez prima y esposa del presidente.

Artículo 2: Se exigirá a la OEA se pronuncie con rapidez en toda violación de los principios democráticos consagrados en la Carta Democrática, salvo que se trate de principios democráticos puestos en entredicho por los autores de esta ley, que como actúan en nombre del pueblo soberano tietienen derecho a cuestionar todo principio democrático democráticamente, sin que sea necesario consultar al pueblo. Es decir, para que quede más claro, se considerarán como atentado en contra de los principios democráticos todas las acciones emprendidas por nuestros enemigos políticos y nunca las nuestras.

Artículo 3: No se considerarán violaciones a los principios democráticos las siguientes acciones:

– Anulación de firmas de opositores en contra del Presidente.

– Persecución de candidatos opositores, siempre y cuando no estemos nosotros en la oposición.- Botar de sus trabajos a quienes estén en desacuerdo con nosotros.

– Impedir a los opositores auditar el sistema electoral.

– Colocación en las otras ramas de los poderes públicos a funcionarios completamente sumisos al Poder Ejecutivo.

– Reprimir manifestaciones contrarias a la democracia, es decir, a nosotros.

– Modificaciones de las reglas de juego en el transcurso del juego.

– Cancelar elecciones.

– Suprimir las competencias de los cargos obtenidos por dirigentes opositores.

– Cierres de medios de comunic a c i ó n .

– Encarcelamiento de disidentes.

– Agresiones de amedrentamiento a comunicadores sociales (Salvo que sean del canal 8 o Telesur).

– Cualquier otra que él diga, o que no diga y algún funcionario piense que quiso decir, o que diga entre líneas, o que sugiera como quien no quiere la cosa y afines del Distrito Capital y estado Miranda.

Artículo 4: Se propiciará un bloqueo contra cualquier país que desobedezca la presente ley embudo. Consideramos bueno todo bloqueo, salvo aquellos que se hagan en contra de la hermana república de Cuba o cualquier otro país amigo nuestro, que serán tenidos por bloqueos criminales, fascistas, golpistas e imperialistas.

Artículo 5: Condenamos toda intervención militar de potencias extranjeras en los asuntos internos de otros países.

Parágrafo único: Se exceptúa del artículo anterior a todo país latinoamericano que se ubique al norte de la América del Sur, su nombre derive del de Venecia, haya sido descubierto por Colón en su tercer viaje y tenga un lago con bastante petróleo.

Comuníquese y publíquese (o no se publique, da igual).

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Democracia chavista en acción

Posted by Ricardo en 2 julio 2009 10:59

Mientras los chavistas lloran desconsolados por el dizque golpe militar y “represión” en Honduras, en el mismo territorio donde llevan más de 10 años en el poder, dan una demostración más de su tolerancia:

Atacado El Carabobeño
por segunda vez en 2009

“Ustedes tienen una línea editorial equivocada que apoya a la dictadura militar de Honduras”.
(Fotos Clemente Espinoza)

Moisés G. Hernández

Valencia (REDACTA).- Por segunda vez en lo que va de 2009, afectos al chavismo atacaron la sede del Diario El Carabobeño, esta vez para exigir que este medio de comunicación cambie su línea editorial con respecto a la crisis política de Honduras. Argumentaron que el diario respalda el golpe de Estado en ese país.

A las 4:30 de la tarde llegó el grupo al edificio. Eran las mismas personas que marcharon desde la torre Banaven, recorrieron la avenida Bolívar de Valencia y parte de la avenida Universidad de Naguanagua.

La primera acción de al menos 15 jóvenes fue ir hasta las paredes de vidrio de la recepción del diario y pintar con griffin “Viva Chávez”, “Viva América Latina” y “Pitiyanquis”, mientras que con pintura roja y azul pintaron las paredes externas de la sede con frases como “Fuera prensa fascista” o “No al golpe”.

Mientras esto ocurría, alrededor de seis motorizados ingresaron al centro comercial Omnicentro y dieron vueltas alrededor de la fuente y de la feria de comida rápida, donde se encontraban personas comiendo.

El alcalde de Valencia Edgardo Parra encabezó la protesta. Con megáfono en mano, advirtió a la gente que la manifestación era “pacífica” y que su objetivo era exigir el cambio de línea editorial con respecto a la situación política en Honduras, pero no atacar la propiedad privada. Sin embargo, ni él ni el director de la Policía Municipal de Valencia, Chessar López, intervinieron para impedir las acciones vandálicas.

Carolina González, jefa de Redacción, y Belén Bellera, gerente de Relaciones Institucionales, recibieron a una comisión que solicitó el encuentro, integrada por el alcalde, el director de la PMV, algunos concejales y una representación de grupos sociales que participaron en la manifestación.

“Ustedes tienen una línea editorial equivocada que apoya a la dictadura militar de Honduras”, expresó Parra, quien al igual que el resto de los candidatos fue recibido en El Carabobeño durante la campaña para las elecciones regionales de 2008, para escuchar sus planteamientos.

En más de una oportunidad reiteró que la protesta era “pacífica” -a pesar de que los reporteros gráficos de este diario recibieron amenazas de los afectos al chavismo molestos porque les hacían fotos- y que su objetivo era apoyar al presidente hondureño Manuel Zelaya, quien salió del poder el pasado domingo.

Parra además acotó que los graffitis fueron hechos por “individualidades” y se comprometió a enviar unas cuadrillas del Instituto Municipal del Ambiente para limpiar las paredes, “gesto” que sin embargo fue rechazado por la gerente de Relaciones Institucionales.

El planteamiento de Parra, que era el mismo del grupo compuesto además por los concejales de Valencia Alexis López e Iris Hernández, y el concejal de Los Guayos José Gregorio Blanco. López es un desertor del PPT y su amabilidad hacia los periodistas cambió apenas se inscribió en el PSUV.

Blanco, sin embargo, encabezó los disturbios generados por los Círculos Bolivarianos en el Consejo Legislativo, en diciembre de 2008, en los que fueron heridos 13 trabajadores de la prensa, entre estos la periodista María Teresa Guédes.

El concejal López pidió a El Carabobeño “que se ponga a tono con los tiempos de cambio”, y la concejal Hernández dio algunas instrucciones para elaborar los titulares de este jueves.

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La importancia de los acontecimientos en Honduras

Posted by Ricardo en 2 julio 2009 06:30

Transcurridos 4 días desde la salida de Manuel Zelaya, por orden judicial, de la presidencia de Honduras, es necesario sentarse a reflexionar un poco. Quiero hacer esta reflexión aún antes de ver el desenlace de la crisis, programado para este fin de semana, cuando el destituído amenaza regresar al país.

Lo primero que hay que resaltar, claro, es que Zelaya sale de la presidencia no debido a un golpe militar, sino como consecuencia de una orden judicial llevada a cabo por los militares. Dicha orden fue emitida no porque los jueces se levantaron ese día con ganas de provocar una crisis, sino porque Zelaya quiso pasarle por encima a todos los pareceres anteriores, contrarios a su proyecto de Asamblea Constituyente.

Latinoamérica tiene una larga lista de golpes llevados a cabo por iniciativa de los de uniforme. Pero este caso es diferente. El ejército es, por lo menos en teoría, la democracia en uniforme. Cuando no quedan más recursos civiles que obliguen a alguien a seguir las reglas del juego democrático, hay que llamarlos, sea esto bonito o no a los ojos de la comunidad internacional. El ejército hondureño no formó una junta de gobierno. De hecho, ni siquiera le transfirió el poder ejecutivo a nadie, pues este nunca pasó por sus manos. Se puso en marcha la sucesión establecida en la constitución hondureña, que dice que la presidencia la ejercerá alguien designado por el congreso.

La cadena de hechos que tuvo como desenlace la salida de Zelaya del poder está al alcance de cualquiera con acceso a internet. Si alguien elige ignorar la verdad es porque quiere o porque es un delincuente intelectual. Estoy seguro de que los países integrantes de la OEA saben muy bien lo que realmente pasó. Eligieron apoyar a Zelaya. Son los mismos que eligieron apoyar el regreso de la dictadura cubana a la organización. En el caso de Lula, es el mismo que elige una posición neutral ante el genocidio de Darfur. Es el mismo que elige apoyar la teocracia iraní, que expulsó a medios extranjeros, ante protestas con muertos y heridos. La doble moral de esta gente da asco.

En un blog de esos que hay que leer con una bolsita de vómito a la mano (copyright Tambosi), uno de estos idiotas dice que en 2006 se aprobó en el congreso hondureño una Ley de Participación Ciudadana, y que la consulta de la cuarta urna se llevaría a cabo dentro del contexto de esta ley. Por lo tanto, la consulta sería legal. Pues bien, al encontrar la edición de la gaceta hondureña del 1 de febrero de 2006, me encuentro que en el artículo 4 de la ley en cuestión dice claramente que:

El plebiscito, referéndum y cabildos abiertos, como instancias de participación ciudadana, serán ejercidos de conformidad con lo que establecen la Constitución de la República y las leyes, sin perjuicio en los establecido en la Ley de Municipalidades.

No soy abogado, pero me parece que está muy claro que la decisión de convocar o no un plebiscito, referéndum o elección debe seguir lo establecido en la constitución. Y quién se encarga de interpretar la constitución en los estados democráticos? Pues el poder judicial. Y qué decidió el poder judicial cuando le preguntaron sobre la cuarta urna? Que esta era ilegal. Caso encerrado.

A pesar de todas las evidencias que muestran que el estado de derecho sigue vigente en Honduras, a ese país ya lo han amenazado con la guerra (Chávez), con quitarle auxilio financiero (Estados Unidos) y con bloquearlo comercialmente (los gobiernos “hermanos” de Nicaragua, Guatemala y El Salvador). Es de admirar la fortaleza con la cual se han mantenido firmes los hondureños. No es para menos. Esa película ya la han visto antes, hace 50 años en Cuba, hace 10 en Venezuela, y luego en los satélites bolivarianos de Bolivia, Ecuador y Nicaragua. Están haciendo lo que los pueblos de estos países no hicieron cuando les tocó defender su libertad.

Todos los demócratas de latinoamérica dependemos de lo que suceda en Honduras. Si resisten firmes, se creará el precedente de que las instituciones  de cualquier país sí pueden derrotar a aquellos que quieren acabar con la democracia desde adentro, aún ante la presión internacional de la misma pandilla de “demócratas” que apoya a las dictaduras de Cuba, Corea del Norte e Irán.

Fuerza, hondureños. Hay mucha gente que cree en ustedes.

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Democracia chavista en acción

Posted by Ricardo en 30 junio 2009 12:35

Mientras los bolivaristas se rasgan las vestiduras “defendiendo la democracia” en Honduras, en casa arremeten contra la prensa, declarándola “objetivo político”, whatever that means.

Oficialistas atacaron sedes de Notitarde y El Carabobeño en Pto Cabello

Junio 30, 2009

ND.- Un grupo de oficialistas liderados por el alcalde de Puerto Cabello, Rafael Lacava, atacó las sedes de los diarios Notitarde y El Carabobeño en Puerto Cabello alegando que están en contra de la política del gobierno nacional y calificarlos de “objetivos políticos”.

Entre los asistentes se encontraban, tal y como lo recoge la nota de María Eugenia Piña para El Nacional, trabajadores del ayuntamiento, miembros de consejos comunales y militantes del PSUV.

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Diosdado: “Les mentimos”

Posted by Ricardo en 5 junio 2009 20:54

Los idiotas que hacen parte del gabinete chavista no parecen darse cuenta de cuando admiten los más increíbles abusos. Es eso, o es que ya no les importa mantener la ‘apariencia democrática’.

Diosdado cabello, derrotado en las elecciones mirandinas y actual Ministro de Obras Públicas, y además presidente de Conatel (como si fueran tan competentes como para ponerlos a hacer más de una cosa al mismo tiempo), ha admitido que la actual Ley de Telecomunicaciones fue hecha en una época en la cual “no estaba claro el proyecto político” del chavismo, por lo cual ahora, que ya se han destapado a reprimir y no admiten disidencia alguna, hay que modificarla “para adaptarse a los tiempos del socialismo” (léase represión). Esta vez van a por cualquier transmisión de información en Venezuela, incluyendo lo que se transmite por televisión por cable. Olvídense de Discovery Channel o ESPN durante las cadenas del golpista-presidente, pues.

Diosdado tuvo la amabilidad de advertirlo, “para que a nadie lo agarre por sorpresa”, y que “esto no es persecución”. Que alivio, no?

El ministro del P.P Obras Públicas y Vivienda y titular de Conatel, Diosdado Cabello informó a través del canal del Estado, que reitera su compromiso para cumplir “la democratización del espectro radioeléctrico venezolano“.

Asimismo, reiteró que las instituciones están actuando “apegadas a las leyes venezolanas”.

El ministro Cabello mencionó la “necesidad” de regular la Ley de Telecomunicaciones, que aunque fue desarrollada bajo la misma gestión del presidente Chávez, confesó que para aquel entonces, no estaba “claro el rumbo político ni el proyecto político” y por ello, es necesario modificar la ley hasta tanto, se “adapte a los tiempos del socialismo”.

“Toda acción que implique uso del espectro radioeléctrico o actividad de telecomunicaciones -tenga o no uso del espectro radioeléctrico- debe ser regulado por Conatel. Eso va con las cableras, va con las empresas de televisión por cable, que pareciera que no tuvieran Gobierno, pues sí tienen. En la modificación vamos a incluir en esta ley, lo relativo al control de las empresas de televisión por cable y no sólo de ellas, sino de las televisoras que salen en el cable. Esto para que a nadie lo agarre por sorpresa. Esto no tiene nada de persecución, sino simplemente que el Gobierno afinará la estrategia en éste sentido.”

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Hugo Mussolini

Posted by Ricardo en 19 mayo 2009 12:40

A pesar de lo que se ve todos los días en Venezuela, una década de chavismo no ha sido suficiente para que algunos llamen las cosas por su nombre. Se agarran, como si sus vidas de ello dependiera, del hecho de que cualquiera puede ir a un medio y decir lo que le de la gana contra el chavismo, como si eso fuera suficiente para tener una democracia liberal.

Hoy, con más de dos años de atraso,  leí un artículo escrito por Gonzalo Bustamante Kuschel sobre las semejanzas entre el populismo chavista y el fascismo. No tiene desperdicio:

“Siempre la gloria es una simplificación y a veces una perversión de la realidad”, así inicia el gran Borges su artículo de 1940 sobre otro autor que, al igual que él, vio en una de las máximas de Séneca el sentido de la vida: “arranca de la masa”. Nietzsche al igual que Borges nos previene del peligro de la masificación, de la colectivización y del falso endiosamiento. Ser un número más, es lo opuesto de lo humano. Para ambos, individualidad e identidad son inseparables, por eso la vida humana, la que merece ese calificativo, es la marcha de la libertad. ¿Cuándo se jodió Latinoamérica? Zavalita: no fueron los españoles, ni los imperios indígenas, ni los portugueses, ni el Tío Sam: el populismo y la falta de instituciones basadas en la responsabilidad que nace de la valoración a la individualidad nos tiene así.

Chávez es la antitesis del gran escritor argentino: aspira a la gloria, crea mitos, pervierte la realidad. ¿Cuál es su ideología? ¿La tiene? El populismo es lo contrario a la Democracia, busca la manipulación, el dominio retórico y la unidad entre el líder y “el pueblo” entendido como un sujeto único. Ese “pueblo” es abstracto, no son los individuos concretos de la sociedad que interactúan, sino un mito creado en base a un enemigo común y una leyenda: se apela a un supuesto pasado glorioso que se rompe por la irrupción de un enemigo que representa el mal absoluto. Lo anterior, por cierto, no quita que se siga haciendo negocios con él y se le venda petróleo a un muy conveniente precio. El demagogo requiere de recursos.

¿Qué distingue el simple “conservadurismo” del “fascismo”? El primero implica una amplia gama, desde quienes aceptan el cambio pero reteniendo ciertas tradiciones y por tanto rechazando “el cambio por el cambio” hasta quienes reaccionan ante lo nuevo entendiéndolo como una amenaza. El fascismo, más allá de las diferencias nacionales con que se ha dado en distintos países (basta pensar en lo que separa a Mussolini, Salazar,  Codreanu y Perón) aspira a un nuevo hombre que se funda mitológicamente y que siempre se dirige al “pueblo” como un todo orgánico fundado en ese mito. El fascismo más que una doctrina sólida y coherente es una retórica mitológica-popular que busca la manipulación. Las huellas de Maquiavelo son nítidas en Mussolini. El fascismo es por esencia populista.

El populismo de Chávez es de corte similar. Crea un enemigo: su principal socio comercial, ataca un fenómeno: la globalización, genera una leyenda fundacional: el bolivarismo, que es entendido como “anti-occidental” a pesar de haber sido Simón Bolívar, el auténtico, un hijo de la Ilustración.

Si uno analiza el discurso de personajes como Jean-Marie le Pen se puede observar el mismo fenómeno: se le habla al “pueblo francés”, entendido,  no como quienes viven en el país sino como quienes representarían, supuestamente, un estado de pureza histórico-cultural del mismo, es el mito de la “gran nación” que se remonta a la lucha de los galos contra el “Imperio Romano”. Es fuertemente anti-americano, se combate contra este nuevo imperio, se usa una retórica anti-globalización en la cual se defendería “lo nuestro, lo propio” que estaría amenazado. En suma, la simbología reemplaza la reflexión.

Francia ha dado un gran paso al postergar las opciones de Le Pen de pasar a una segunda vuelta. A diferencia nuestra, así como existe una cultura filo fascista que en esa nación se remonta a la época del caso-Dreyfus, existe en paralelo y en grado mayor, otra de espíritu republicano y libertario. Esa es una de nuestras falencias.

Chávez, con su tono burlón y de payaso, explota lo que otros personajes en el pasado como él han producido para nuestro continente: populismo y pobreza, son inseparables, sin la segunda, se hace difícil sustentar la primera. No es casual que la mayor votación histórica de Le Pen provenga de las mismas zonas postergadas donde antes era votado el Partido Comunista francés, otra mitología revolucionaria. Por eso ningún populismo implica desarrollo, necesita su opuesto para existir.

¿Significa lo anterior que la Globalización es perfecta, que uno debería tener una visión del mundo actual y del papel de su principal potencia propio de Alicia en el País de las Maravillas? Obviamente no, sólo que no debemos olvidar que los éxitos y fracasos de los pueblos descansa en el valor individual de quienes los conforman y es ahí donde debemos dirigir nuestra mirada. La vida en comunidad y en sociedad, no se oponen a la libertad individual sino que se basan en ella. Es así como la totalidad de los países que hoy en día conocen el desarrollo lo han alcanzado: valoración de las personas, sentido de la responsabilidad y consolidación de instituciones que permitan la Democracia y la Economía de Mercado. No hay recetas mágicas, la teoría se ha probado en la práctica.

Ojalá nuestro continente revalore al gran Borges: “Las dictaduras podrían ser buenas, pero no lo son. Porque la dictadura ilustrada es una utopía. Y las militares son las peores”. Y eso incluye a quienes, a pesar de estar en retiro, se visten de color caquis o venden una imagen de impostura de guerrilleros de traje verde oliva. El populismo siempre incluye algún grado de simbología  militarizada. Si queremos salir del estancamiento debemos seguir a Séneca y “arrancar de la masa”.

Gracias, Tambosi.

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Capitalismo del siglo XXI

Posted by Ricardo en 16 enero 2009 14:26

Así como los comunistoides se llenan la boca hablando de democracia, utilizándola medios democráticos para destruirla, parece que ahora han decidido utilizar el capitalismo para imponer su socialismo.

La ironía de utilizar los nada socialistas Google Ads para hacer propaganda electoral a favor de la enmienda que visa perpetuar el chavismo en el poder no necesita comentario adicional:

capitalismo_xxi6

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chávez expulsa al embajador de la única democracia del medio oriente

Posted by Ricardo en 7 enero 2009 02:06

Como un montón de cosas que vienen del chavismo, esto es escandaloso, pero no sorprendente: Gobierno expulsó a embajador de Israel en solidaridad con Palestina.

“El Gobierno de la Republica Bolivariana de Venezuela, ha decidido expulsar al embajador de Israel y a parte del personal de la embajada de Israel en Venezuela,  reafirmando su vocación de paz y su exigencia al derecho internacional”, explica el comunicado.

Sí, usted ha leído bien, “reafirmando su vocación de paz y su exigencia al derecho internacional”. Esto de parte de un gobierno que apoya a las Farc y armó un zaperoco por la eliminación de alias Raúl Reyes, quien atacaba a la democracia de su país desde un territorio extranjero.

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