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Archive for 12/05/05

Dia da Independência em Cuba

Posted by Ricardo en 12 mayo 2005 15:23

No verdadeiro dia da independência cubano, 20 de maio, um bando de valentes fará uma manifestação em Havana, um lugar onde duas pessoas reunidas é a mesma coisa que cometer um delito. Mais informação na página da Assembléia Para Promover a Sociedade Civil em Cuba.
The purpose of this notice is the General Meeting in Havana of the General Assembly to Promote the Civil Society in Cuba.
On May 20 of this year members of the Cuban opposition will meet in Havana. This meeting is one of the most important and transcendental in the history of Cuba’s communist era. The General Meeting of the General Assembly to Promote the Civil Society in Cuba has been called for by our compatriots and members of the executive committee;- René Gómez Manzano, Martha Beatriz Roque Cabello and Félix Bonne Carcassés.
The General Meeting will be attended by more than 360 Cuban organizations operating within the island country, invitees, international observers and the accredited international press. The General Meeting will cover a variety of topics dealing with the Cuban political situation, the economy and the society. The members of the opposition will also implement several strategies meant to strengthen their effectiveness against the Cuban government in the future. The objective is clear;- to promote the establishment of a civil society in Cuba which will yield a free and democratic country. The General Meeting is taking place at a very crucial time in which Fidel Castro’s regime has once again been condemned by the Human Rights Commission of the United Nation for continued and flagrant human rights violations against the Cuban people.
Because of the importance of the coming General Meeting of the General Assembly to Promote the Civil Society in Cuba and the responsibility each Cuban has to join those who are contributing to its success requests the following of our friends in the internet throughout the World.
First: Since the internet serves as our weapon, it is very important that those persons who have not yet organized a mailing list of family, friends and acquaintances do so now. Each of us regardless of where we are in the World must become a relator of the information which will be emanating from the General Meeting.
Second: Contact the press in your area and send them the press releases put out by the Information and Support Center of the General Meeting of the General Assembly to Promote the Civil Society in Cuba.
Third: All those persons who have access to media, be it television or radio programs, the opportunity of writing for a printed medium in your respective communities please use it to call the public’s attention to the May 20, 2005 General Meeting and all the information generated by it.
Four: Please send all notices generated by the Information and Support Center of the Assembly to internet forums dealing with the Cuban dilemma. In particular those forums sponsored by newspapers, magazines, radio and television entities to maximize our exposure since these sites tend to attract great numbers of visitors.
Freedom for CubaMay 12, 2005
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Talabani põe Chávez em seu lugar, de novo

Posted by Ricardo en 12 mayo 2005 12:42

Presidente do Iraque afirma que terrorismo “perde força”
da Folha de S.Paulo

O presidente do Iraque, Jalal Talabani, não reconhece a legitimidade de nenhum ato de violência cometido no país desde que os Estados Unidos derrubaram o ditador Saddam Hussein. Para ele, não há resistência legítima no país, mas apenas terrorismo.Cordial, o curdo Talabani, de 73 anos, disse à Folha que o Iraque já conta com os fundamentos de uma democracia plena e que a eleição realizada no país em janeiro é o ponto de partida para a democratização do Oriente Médio.

Folha – O sr. declarou na véspera de embarcar para o Brasil que a maioria dos atos terroristas hoje no Iraque é planejada e financiada no exterior, presumivelmente nos países vizinhos. O assunto foi discutido com esses países na cúpula?

Jalal Talabani – Não mencionei nenhum país especificamente, mas disse que a maioria desses terroristas vem do exterior. Integrantes de grupos que atuam no país, como Al Qaeda, Ansar al-Suna e Ansar al-Islam são treinados e financiados no exterior. Tive o cuidado de não mencionar nenhum país porque queremos resolver esse problema com nossos vizinhos em conversas privadas, não na mídia. O que fiz em Brasília foi um apelo à mídia árabe, que indiretamente apóia o terrorismo. Esses grupos, que matam civis, pessoas inocentes, são mostrados na mídia árabe como heróis da resistência e isso encoraja o crime. Conversei com o príncipe da Jordânia e o premiê da Síria e dos dois recebi promessas de que vão parar com a propaganda.

Folha – Na cúpula houve algumas críticas bastante duras contra os EUA, que mantêm mais de 100 mil soldados no seu país. Em algum momento o sr. se sentiu isolado?

Talabani – Não, nem um pouco. Chávez tem suas próprias dificuldades com os EUA e pode falar o que quiser. Mas ele cometeu um erro quando falou sobre o Iraque. Há uma diferença entre ocupação e presença de forças estrangeiras. Há forças estrangeiras em muitos países, como Japão, Alemanha, Coréia, Qatar, Arábia. Isso não quer dizer que eles estejam sob ocupação. A presença de forças estrangeiras no Iraque foi aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU. Chamei Chávez para tomar um café e ele entendeu a diferença. Depois me abraçou, me beijou e disse que apóia nossa luta.

Folha – O sr. acha que há uma contradição na declaração da cúpula, que condena o terrorismo, mas apóia a resistência à ocupação?

Talabani – Não. O terrorismo é condenável, mas há resistências que são reconhecidas internacionalmente. Há diferenças entre terrorismo e movimentos de resistência que lutam para libertar um país ou para implantar a democracia e respeitam as leis de guerra. Os terroristas que cometem cegamente atos que matam civis e destroem o patrimônio nacional.

Folha – Há no Iraque hoje alguma resistência legítima?

Talabani – Não. Há dois tipos de terrorismo. Aquele que vem de fora, como o da Al Qaeda e outros grupos, que são contra a democracia, defendem um Estado islâmico ou outra causa qualquer. E há os terroristas iraquianos, que acreditam estar lutando contra os americanos, quando, na verdade, estão matando iraquianos inocentes. Na Palestina há resistência legítima. No Iraque, não.

Folha – Desde a posse do novo governo, cerca de 300 pessoas já morreram em ataques no Iraque.

Talabani – Essa onda de violência é um sinal de fraqueza desses terroristas. Se você notar, vai ver que o único recurso que lhes restou são os carros-bomba. Eles perderam o controle de várias cidades e estão sendo cercados. Mas não é fácil evitar um ataque suicida.

Folha – Tem alguma informação sobre o engenheiro brasileiro João José Vasconcellos Jr., seqüestrado há mais de três meses no Iraque?

Talabani – Só ouvi falar desse caso no Brasil. Ontem o governo brasileiro me pediu ajuda. Disse que faria o possível para ajudar.

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